''ÓPERA E ANIMAÇÃO'' - A dupla dinâmica?

Quem nunca ouviu a famosa ária: Fígaro, Fígaro, Fígaro... É provavelmente umas das árias mais famosas do mundo das grandes óperas (e das pequenas também - sem pejorativos).
Pois agora, essa ária, de uma das óperas mais conhecidas, O Barbeiro de Sevilha, do compositor italiano Gioachino Rossini (1792-1868), está em cartaz com uma nova roupagem.
Essa é a proposta da Companhia Brasileira de Ópera: utilizar mecanismos como o cinema, animação e tecnologia, para renovar o cenário operístico no Brasil.
A produção tem como regentes e produtores o maestro Abel Rocha, o maestro Victor Hugo Toro e John Neschling, e terá a sua 17º edição esse final de semana, no sábado (26), em Santo André, no Teatro Municipal.


O espetáculo utilizará cantores e animação, onde a interação destes dois deverá ser muito precisa, utilizando uma técnica chamada watchout, onde uma pessoa pode controlar a velocidade da animação.

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